“Só espero a hora, em que o mundo estanque. Pra me aproveitar do conforto de não ser mais ninguém.”— doarei-me.
“Só espero a hora, em que o mundo estanque. Pra me aproveitar do conforto de não ser mais ninguém.”— doarei-me.
“Gosto de ficar a vontade. De andar pela casa de blusa e calcinha. De assistir um filminho de comédia romântica no sofá com uma bacia de pipocas quentinhas. Gosto de arrumar o quarto ao som de maroon 5, cantando e balançando os quadris ao ritmo da música. Gosto de coisas simples, como cheirinho de terra molhada e do som da chuva batendo no telhado. Amo cafuné, colo e abraços demorados. Adoro sexo! Mas sexo com cumplicidade e amor, são minha tara de verdade.”— Nanda Marques
(via distanciava)
(via oruivo)
“Chega uma hora que não dá para desabafar com ninguém, e você começa a entender que seus problemas são seus, e somente você entende suas dores.”
(via intensivamen-te)
“Você me trocaria até por um cigarro, e você não fuma.”— Robin and Stubb.
(via nobroke)
“Uma das piores coisas da vida é fingir. Fingimentos de qualquer espécie, ordem, tamanho, tipo, grau. Odeio fingir. Me sinto mal, me sinto atriz, me sinto fora de mim. Mas é necessário. De vez em quando é, acredite. As pessoas me elogiam, me amam, me querem bem. Que bom, fico feliz: obrigada. Obrigada mesmo, obrigada de verdade, obrigada, obrigada. Mas me dá licença, posso ficar na minha? Posso ficar sozinha? Posso ter o direito de estar triste? Não quero ficar sendo legal, quero meus cinco minutos de depressão profunda e solitária. Me deixe só com os meu pensamentos, com meu coração esmigalhado e com minha auto-estima do outro lado. Pensei em sumir. Desaparecer. Despistar. Fingir. Só que eu não vou. Vou me esforçar e acreditar que tudo vai ficar bem. A esperança nos mantém vivos, certo? A fé nos faz andar para a frente, certo? Então tá certo. Ficamos combinados dessa forma. Não espere poesia, linhas bem feitas, palavras bonitas. Simplesmente não posso. Agora não. Não sou de ferro. E está doendo. Você não entende a minha dor. Não quero explicar. Nem eu entendo. Sei que dói. Sei que queria você de volta. Sei que queria que tudo fosse do meu jeito. E meu jeito é certo? Não sei. Mas não me diga que a vida é assim, que ele não merece minhas lágrimas, que o mundo dá voltas e que o tempo cura. A vida não era pra ser assim, droga! Ele não merece minhas lágrimas? Mas eu preciso chorar! E quem disse que ele não merece? O mundo dá voltas, eu sei, mas para mim ele parou agora e nunca mais vai se mover. O tempo cura, benegripe cura, neosaldina cura. Mas demora. Me deixa ficar aqui. Sozinha. Ouvindo música. No escuro. (…) Amanhã eu recomeço. Ou não.”— Clarissa Corrêa.
(via inverbos)
Eu perdoei, mas não era mais a mesma coisa, pelo menos não pra mim.
Relatos de um coração partido.
(via divagareis)
(Source: comendo-no-tedio, via divagareis)